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SOBRE O INSTRUTOR

Andruz Vianna, o palhaço Tomé

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Ao longo da minha caminhada, percebi que a minha trajetória como cineasta, terapeuta e palhaço não são caminhos distintos, mas uma única estrada de descoberta da alma humana. Assim como outros buscadores em diferentes tempos e espaços, compreendi que a arte e a cura caminham de mãos dadas, transmutando realidades e despertando o que há de mais autêntico em cada ser.

As minhas vivências — que somam mais de duas décadas — permitiram-me fundir o olhar atento do cinema com a profundidade das terapias integrativas. No curso de Cinema e Audiovisual (UFPel), aprendi a realizar uma leitura sensível do mundo, identificando as camadas e os anseios que habitam o cenário social. Mas foi no picadeiro e no contato direto com o público que essa técnica se tornou vida, transformando a observação em presença e a imagem em conexão real.

Acredito que a alegria não é apenas um estado passageiro, mas uma frequência vibracional que pode ser ajustada. Como Mestre Reiki e Radiestesista, ampliei minha percepção para além do visível, compreendendo que o riso é uma ferramenta de "cura" e reconexão neural. Esse trabalho, que chamo de minha "obra-prima autobiográfica", foi reconhecido institucionalmente pelos prêmios Agente Cultura Viva e Sergio Mambert, validando a palhaçaria como uma tecnologia vital para a saúde mental e o bem-estar coletivo.

Tenho investigado o meu papel como "Arquiteto de Estados Emocionais", não apenas pelo entretenimento, mas por meio de:

Uma formação integrativa: que une a fundamentação acadêmica do cinema aos métodos de Gestão de Pessoas e Comunicação Não Violenta (SEBRAE), garantindo que a harmonia chegue também ao ambiente corporativo;

Conhecimentos empíricos e ancestrais: onde o riso é tratado como um ritual de passagem, removendo as máscaras sociais para que a inovação e a verdade floresçam;

Prática espiritual e humanitária: vivenciada no dia a dia como Dr. Risologista voluntário no Hospital São José, onde a terapia do riso se torna o antídoto para a dor e a densidade dos dias difíceis;

No ecossistema das organizações e das relações humanas, o meu método "Do Riso ao Ritual" atua como um facilitador de mudanças. Levo a "Neuroestética da Alegria" para empresas como Unimed e SESCOOP, não para entregar um produto, mas para despertar a criança interior que existe em cada colaborador e líder. Quando rimos juntos, humanizamos o trabalho, reduzimos o peso do burnout e transformamos o clima organizacional em um espaço de saúde mental e alegria produtiva.

A pergunta que deixo não é sobre a necessidade do riso, mas sobre a coragem de mergulhar na profundidade e na performance que essa cura pode proporcionar. Você e sua equipe estão prontos para essa reconexão?

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